Principais motivos do endividamento

O endividamento é uma realidade em 75,3% das famílias brasileiras, um recorde histórico, de acordo com a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumido,feita pela Confederação Nacional  do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (dados de abril de 2022). A pandemiaagravou a situação, gerando desemprego e acentuando a crise econômica. 

São muitas as situações que levam as pessoas a se endividarem. Nessa matéria, listamos os motivos mais comuns de endividamento para que você possa identificar se algum deles está presente no seu dia a dia  e descobrir como recuperar o controle de sua vida financeira. 

 

Falta de conhecimento sobre organização financeira

Hoje muito se fala em educação financeira, que nada mais é do que aprender a lidar com o dinheiro de maneira equilibrada, pensando nos compromissos que temos hoje e, também, nas coisas que queremos construir ao longo da vida. 

A educação financeira envolve o conhecimento sobre como gerir o dinheirode forma eficaz e como tomar decisões financeiras alinhadas aos nossos objetivos no dia a dia. Esse é o caminho para quitar dívidas,planejar conquistas,formar uma reserva financeiraque nos proteja de imprevistos e, aos poucos, ir criando um patrimônio. 

Mas, afinal, onde aprender isso tudo? Aqui no blog e nas redes sociais da Recovery você encontra uma série de conteúdos e dicas de educação financeira. E, se você quiser aprofundar seus conhecimentos, existem muitos livros, cursos e canais no YouTubeque ensinam a organizar as finanças, poupar e investir.  

Faça uma busca e descubra aqueles que têm mais o seu jeito. 

 

Pedidos de Empréstimo

Os empréstimos bancários também são um dos grandes motivos do endividamento da população. Por ter taxas elevadas e juros altos, o valor a ser pago no final do empréstimo é bem maior do que o valor que foi emprestado pela instituição financeira. Por isso, ao fazer um empréstimo é preciso ter planejamento e entender como o pagamento será feito de maneira que não gere inadimplência.

Ao contratar um empréstimo analise o CET, ou seja, o Custo Efetivo Total que calcula junto com o dinheiro emprestado todas as taxas, impostos e tarifas e resulta no valor total a ser pago. Outra alternativa é tentar uma renegociação para quitar a quantia.

 

Ausência de controle dos gastos e das entradas de dinheiro

Um dos principais motivos do endividamento é a desorganização financeira, em especial, a falta de controle dos gastos e do dinheiro que entra. Fazer isso é importante para qualquer pessoa, especialmente para aquelas que trabalham por conta e recebem pela venda de produtos e serviços ao longo do mês. Esse dinheiro picado deve ser anotado diariamente. 

Igualmente importante é manter uma lista de todos os gastos. Muitas pessoas gostam de fazer as contas de cabeça, mas isso nem sempre funciona. Se você costuma fazer compras parceladas no cartão e não coloca o valor na sua lista, possivelmente, vai levar um susto na hora de receber a fatura.  

Além disso, anotar todas as despesas ajuda a enxergar melhor para onde nosso dinheiro está indo. E aí fica mais fácil ver se tem algum corte que pode ser feito para equilibrar as contas ou fazer sobrar dinheiro. Por exemplo: o gasto com comida pelo aplicativo pesou no final do mês? Que tal segurar a onda por um tempo, preparando refeições em casa? 

 

Uso não planejado de crédito

O crédito é um aliado do consumidor, mas seu uso deve ser consciente e planejado. A facilidade para contratação, muitas vezes, leva ao desequilíbrio financeiro e às dívidas. Ao parcelar a fatura do cartão de crédito ou usar o limite de conta (cheque especial), por exemplo, você está emprestando dinheiro do banco ou financeira. 

O dinheiro está lá, disponível para uso, mas não é seu. E você paga caro toda vez que usar. O rotativo do cartão e o cheque especial são as linhas de crédito mais caras do mercado.  

A taxa de juros do rotativo,atualmente, pode ultrapassar a casa dos 1.000% ao ano, como você pode conferir no site do Banco Central. No cheque especial,os juros podem chegar a quase 173 % ao ano. Por isso, essas linhas devem ser usadas com cautela e por muito pouco tempo. Entrou no cheque especial? Corra para quitar o quanto antes. Idem para o cartão. 

Para os demais empréstimos, antes de contratar, informe-se sobre o CET, ou seja, o Custo Efetivo Total que calcula, junto com o dinheiro emprestado, todas as taxas, impostos e tarifas e resulta no valor total a ser pago. Faça as contas e veja se a parcela irá caber no seu bolso. Caso contrário, busque outras alternativas, como fazer renda extra.Outra alternativa é tentar uma renegociação para quitar a quantia.  

 

Ausência de controle dos gastos e das entradas de dinheiro

Um dos principais motivos do endividamento é a desorganização financeira, em especial, a falta de controle dos gastos e do dinheiro que entra. Fazer isso é importante para qualquer pessoa, especialmente para aquelas que trabalham por conta e recebem pela venda de produtos e serviços ao longo do mês. Esse dinheiro picado deve ser anotado diariamente. 

Igualmente importante é manter uma lista de todos os gastos. Muitas pessoas gostam de fazer as contas de cabeça, mas isso nem sempre funciona. Se você costuma fazer compras parceladas no cartão e não coloca o valor na sua lista, possivelmente, vai levar um susto na hora de receber a fatura.  

Além disso, anotar todas as despesas ajuda a enxergar melhor para onde nosso dinheiro está indo. E aí fica mais fácil ver se tem algum corte que pode ser feito para equilibrar as contas ou fazer sobrar dinheiro. Por exemplo: o gasto com comida pelo aplicativo pesou no final do mês? Que tal segurar a onda por um tempo, preparando refeições em casa? 

 

Uso não planejado de crédito 

O crédito é um aliado do consumidor, mas seu uso deve ser consciente e planejado. A facilidade para contratação, muitas vezes, leva ao desequilíbrio financeiro e às dívidas. Ao parcelar a fatura do cartão de crédito ou usar o limite de conta (cheque especial), por exemplo, você está emprestando dinheiro do banco ou financeira. 

O dinheiro está lá, disponível para uso, mas não é seu. E você paga caro toda vez que usar. O rotativo do cartão e o cheque especial são as linhas de crédito mais caras do mercado.  

A taxa de juros do rotativo, atualmente, pode ultrapassar a casa dos 1.000% ao ano, como você pode conferir no site do Banco Central. No cheque especial,os juros podem chegar a quase 173 % ao ano. Por isso, essas linhas devem ser usadas com cautela e por muito pouco tempo. Entrou no cheque especial? Corra para quitar o quanto antes. Idem para o cartão. 

Para os demais empréstimos, antes de contratar, informe-se sobre o CET, ou seja, o Custo Efetivo Total que calcula, junto com o dinheiro emprestado, todas as taxas, impostos e tarifas e resulta no valor total a ser pago. Faça as contas e veja se a parcela irá caber no seu bolso. Caso contrário, busque outras alternativas, como fazer renda extra.Outra alternativa é tentar uma renegociação para quitar a quantia.

 

Doenças na família 

Enfermidades são outra importante causa do endividamento. As situações chegam de maneira inesperada, levando as famílias a fazerem gastos extras com tratamentos. Além disso, doenças na família podem significar, muitas vezes, perda de renda, em função do afastamento do trabalho. 

Com os preços de medicamentos cada vez mais elevados e o alto preço dos planos de saúde, é possível recorrer ao Sistema Único de Saúde (SUS), o maior sistema de saúde universal e gratuito do mundo. O SUS  disponibiliza médicos, medicamentos e exames sem custo algum. Esse direito de todo cidadão pode ser um alívio, mas nem sempre as questões são resolvidas sem gastos adicionais. 

Para evitar entrar em dívidas por essa razão, a dica é manter uma reserva de emergência,ou seja, um dinheiro guardado que será utilizado apenas em situações extraordinárias. Comece guardando o que puder e, aos poucos, vá aumentando a sua reserva até ter alguns meses de gastos cobertos pelo valor.  

 

Desemprego

O desemprego vem crescendo nos últimos anos, e foi impulsionado pela pandemia, que gerou uma retração ainda maior nas vagas de emprego. Nesse contexto, muitas pessoas perderam seus empregos, terminando sem renda e com poucas oportunidades disponíveis no mercado de trabalho. 

Esses fatores impulsionaram a inadimplência e, nesse contexto, o orçamento fica mais apertado. Assim, é preciso economizar em vários setores para conseguir se manter. Como alternativa, muitas famílias começaram a buscar uma renda extra, pois nesse cenário é preciso se organizar e se planejar com as novas condições. 

 

Emprestar o nome

Muitas pessoas costumam emprestar o nome,fazendo compras no cartão de crédito ou cedendo documentos para que um amigo ou familiar faça um financiamento usando seu CPF. Essa é uma das principais causas do endividamento da população brasileira, atrás apenas do desemprego. 

O empréstimo do nome ocorre, geralmente, quando alguém está inadimplentee, por isso, não consegue tomar empréstimos usando a sua própria identidade. A questão é que se a pessoa não pagar o empréstimo, quem irá arcar com a conta é o titular do CPF. Além disso, a situação pode levar a conflitos no relacionamento. 

Ajudar alguém de quem gostamos é uma boa ideia, mas veja se há outras maneiras de apoiar seu amigo ou familiar endividado. Caso aceite emprestar o nome, faça combinados sobre o pagamento – se a pessoa tem algum bem, como uma moto, por exemplo, combinem que esse bem será vendido para pagar a dívida.  

 

Compras por impulso 

Comprar por impulsopode levar ao endividamento ou afetar o equilíbrio financeiro. Por isso, precisamos ficar atentos aos gatilhos de consumo, ou seja, às situações que nos estimulam a comprar sem planejamento. Entre elas, estão as promoções, liquidações e facilidades para fazer compras online. 

Para evitar que este comportamento se transforme em um hábito, o recomendado é sempre se questionar se você realmente quer, precisa e pode comprar. Pensar um pouco nessas perguntinhas antes de fazer uma compra por impulso pode fazer toda a diferença! 

 

Como sair das dívidas

Preparamos uma matéria bem completa com todas as orientações que você precisa para sair das dívidas.Quer descobrir se você tem alguma pendência sob gestão da Recovery? Clique aqui e consulte gratuitamente o seu CPF.  

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