Como se proteger contra fraudes e golpes financeiros

O avanço tecnológico facilitou muito a nossa vida: podemos comprar praticamente tudo o que precisamos pela internet, no conforto de nossa casae sem precisar gastar com transporte ou perder tempo procurando produtos e serviços. Em poucos cliques, pesquisamos, descobrimos onde é mais vantajoso comprar e pronto! Dentro do prazo combinado, recebemos o produto em casa ou acessamos o serviço adquirido. 

Como é tudo muito fácil e a vida é muito corrida, às vezes, acabamos nos descuidando, ficando expostos a fraudes e golpes financeiros praticados por pessoas mal-intencionadas, que usam uma série de artimanhas para se apropriar do dinheiro que tanto batalhamos para ganhar. Segundo um levantamento feito pelo Serasa,no ano passado, foram registradas 4,1 milhões de movimentações suspeitas no Brasil, quase 17% acima do ano anterior. E elas continuam a crescer. Apenas no mês de fevereiro de 2022 mais de 320 mil brasileiros sofreram tentativas de golpe.  

Cada vez mais, os fraudadores sofisticam a abordagem. Criam novos mecanismos para capturar nossos dados pessoais e financeiros. Treinam pessoas para entrarem em contato conosco como se fossem de algum banco, empresa que a gente conhece ou da família e nos convençam a transferir dinheiro ou fazer pagamentos indevidos. E, quando percebemos, já é tarde demais! 

Por isso, precisamos ficar muito atentos! E como informação é a melhor maneira de se proteger contra tentativas de fraudes, listamos abaixo os 10 tipos de golpes mais comuns aplicados no mercado para você ficar de olho. E trazemos muitas dicas elaboradas com base em informações da Febraban (Federação Brasileira de Bancos). 

 

Os 10 golpes e fraudes mais comuns

1. Golpe do WhatsApp

Um golpe comum é a clonagem de conta do WhatsApp. Funciona assim: os golpistas conseguem seu nome e número de telefone. Em seguida, tentam cadastrar a sua conta de WhatsApp no aparelho deles. Sempre que tentam fazer, o aplicativo envia automaticamente um SMS com um código de segurança para confirmar a autenticidade da operação. 

E, para ter acesso a esse código, os criminosos mandam uma mensagem a você fingindo ser do SAC de alguma empresa com boa reputação solicitando a informação. É comum dizer que se trata de uma atualização ou confirmação de cadastro e que, por isso, precisam do código de confirmação. Com esse dado em mãos, os fraudadores conseguem clonar a conta e, assim, começam a pedir dinheiro emprestado para os seus contatos. 

Para evitar este tipo de fraude, cheque sempre se o número que entrou em contato com você de fato pertence à empresa que diz representar. Nosso canal oficial no WhatsApp é (11) 4765-8402. Assim, se alguém entrar e contato com você, confira a autenticidade da conta. Ela é representada pelo símbolo verde ao lado do nome, conforme abaixo: 

Alguns prestadores de serviços da Recovery, que nos auxiliam no processo de cobrança, podem entrar em contato com você pelo WhatsApp usando outros números. Nesse caso, antes de pagar qualquer boleto de negociação, fique atento aos dados do boleto (eles estão no item 2, abaixo). Lembre-se: a Recovery só recebe pagamentos por boletos; não recebemos pagamentos feitos por PIX. Em caso de dúvidas, entre em contato conosco pelo canal oficial de WhatsApp. 

Outra  recomendação é aumentar a segurança da sua conta de WhatsApp. A verificação em duas etapas é um dos meios mais eficientes para isso. E é bem simples de se fazer: abra o aplicativo e clique em CONTA, depois em CONFIRMAÇÃO EM DUAS ETAPAS. Ativando esta opção, você diminui as chances de os golpistas conseguirem clonar o seu número. E caso receba mensagens de amigos ou parentes pedindo dinheiro, cheque antes a identidade da pessoa, para saber se ela realmente é quem afirma ser. 

 

2. Golpe do boleto falso

Outro golpe muito frequente é o envio de boletoadulterado por e-mail, pelos correios ou, ainda, links para acessar boletos falsificados em mensagens de SMS, WhatsApp ou e-mail. Numa olhada rápida, parece ser um boleto normal, mas na verdade o dinheiro do pagamento irá para a cota do fraudador e não da empresa que você está pagando. 

Idosos que têm planos de saúde são as principais vítimas destes golpistas, que se aproveitam da fragilidade das pessoas em determinado momento. O mesmo acontece quando a pessoa está endividada. Nesse caso, os boletos falsos são emitidos em nome de recuperadoras de crédito, como a Recovery.  

Para se proteger, é importante ficar atento aos dados contidos no boleto: confira o nome, o CNPJ e outros dados da empresa que será beneficiada pelo pagamento. Caso receba um boleto da Recovery, por exemplo, o beneficiário será sempre uma das três empresas a seguir:  

RECOVERY DO BRASIL CONSULTORIA S.A 

CNPJ nº 05.032.035/0001-26 

Endereço: Avenida Paulista,  1294, 18º andar – Bela Vista – São Paulo/SP – CEP 01310-100  

IRESOLVE COMPANHIA SECURITIZADORA DE CRÉDITOS FINANCEIROS S.A. 

CNPJ nº 06.912.785/0001-55 

Endereço: Praça Alfredo Egydio Souza Aranha, 100, Torre Alfredo Egydio, 12º Andar – Pq. Jabaquara, São Paulo/SP –  CEP 04344-902  

FUNDO DE INVESTIMENTO EM DIREITOS CREDITÓRIOS NÃO-PADRONIZADOS NPL II 

CNPJ nº 29.292.312/0001-06 

Endereço: Rua Gomes de Carvalho, 1195, 4º andar – Vila Olímpia, São Paulo/SP – CEP: 04.547-004 

Se os dados do boleto não baterem com alguma dessas três opções, não faça o pagamento e entre em contato conosco por um de nossos canais oficiais de atendimento: pelo WhatsApp (11) 4765-8402 ou pelo telefone 0800 772 3331.  

Confira sempre também se os três primeiros dígitos do código de barras realmente correspondem ao código do banco responsável pela emissão do boleto. Por exemplo, se o banco que o emitiu for o Itaú, o código de barras necessariamente deve começar com 341. Outras características dos boletos falsos são a presença de erros de português e a dificuldade para ler o código de barras pelo aplicativo do celular. Fique atento! 

 

3. Golpe da falsa central de atendimento

O fraudador entra em contato com você fingindo ser um funcionário de um banco ou outra empresa da qual você é cliente. Ele informa que sua conta foi invadida ou clonada e, a partir daí, começa a pedir dados pessoais e bancários para resolver o problema. 

Se você tem um telefone fixo em casa, para conquistar sua confiança, o falso atendente avisa que irá desligar e pede que você ligue em seguida, do telefone fixo, para a central de atendimento de seu cartão ou banco. Só que a linha, na verdade, está presa. Você ouvirá o sinal de discagem só que, em vez de falar com seu banco ou empresa de verdade, outro falso atendente falará com você e pedirá para dizer ou digitar a senha para prosseguir.  

Evitar este tipo de golpe é muito simples: nunca forneça informações financeiras ou pessoais relevantes por telefone. Bancos e empresas sérias jamais irão ligar para pedir senhas ou o número de seu cartão. Se você receber alguma ligação desse tipo, desligue imediatamente e entre em contato com o banco ou empresa que supostamente foi responsável pela ligação para confirmar a veracidade.  

 Caso os criminosos tenham utilizado o nome da Recovery, não perca tempo e fale conosco por nossos canais oficiais de atendimento: WhatsApp (11) 4765-8402; telefone 0800 772 3331. 

 

4. Golpe do link falso ou phishing

O phishing, que pode ser traduzido como “pescaria digital”, é uma fraude eletrônica que tem como objetivo obter senhas e dados pessoais das vítimas por meio do acesso a um link falso. Funciona assim: os fraudadores enviam mensagens via WhatsApp, email ou redes sociais que induzem a pessoa a clicar em links que, uma vez acessados, instalam pequenos aplicativos para captura de dados de seu computador ou celular. 

 Por isso, a dica é nunca clicar em links, anexos de emails ou mensagens que receber de destinatários desconhecidos. Muitos criminosos recorrem a mega promoções para atrair a atenção e fazer as pessoas clicarem em links falsos. Para se prevenir, confira sempre o e-mail do remetente (se for desconhecido, não abra!) e o endereço na barra de cima do navegador. No caso de dúvidas, digite o site da empresa diretamente no navegador e confira se o desconto é verdadeiro. 

É bom lembrar que, muitas vezes, recuperadoras de crédito como a Recovery podem enviar um e-mail para você. Por isso, caso receba uma comunicação nossa e fique em dúvidas sobre a veracidade da mesma, entre em contato por meio de nossos canais oficiais de atendimento: WhatsApp (11) 4765-8402 ou pelo telefone 0800 772 3331.  

 

5. Golpe do falso motoboy

Este golpe consiste, em um primeiro momento, em uma ligação realizada pelo criminoso. Ele se passa por um funcionário do seu banco, dizendo que o seu cartão foi fraudado. O falso funcionário, então, pede a senha e solicita que o cartão seja destruído, por motivos de segurança, mas que o chip não seja danificado.  

 Logo em seguida, o falso funcionário informa que o cartão será retirado em sua casa por um motoboy, que faz o serviço. Porém, mesmo com o cartão destruído, se o chip estiver intacto, os fraudadores ainda podem utilizá-lo para roubar dinheiro da vítima. 

 Assim como no golpe anterior, evitar este tipo de fraude também é fácil: os bancos jamais pedem informações sobre cartão e senha por telefone, muito menos pedem o seu cartão de volta e mandam um motoboy buscá-lo. Se você receber uma ligação desse tipo, desligue e fale com o seu banco para verificar se existe algum problema em sua conta. 

 

6. Golpe do falso leilão

Nesse caso, a tática dos golpistas é criar sites falsos de leilão, anunciando todo o tipo de produto em um valor abaixo do preço de mercado. Depois, solicitam transferências bancárias, depósitos ou envio de PIXpara assegurar a compra, geralmente apressando a vítima com o discurso de que é uma oportunidade única. Só que depois que fizer o pagamento, o produto não vai chegar. 

 Por isso, é necessário estar sempre muito atento à legitimidade dos sites de compra que você acessa. Pesquise sobre a empresa em sites de reclamações e confira o CNPJ do responsável. Além disso, nunca realize transações financeiras em sites que não possuem o cadeado de segurança, que aparece em geral no rodapé da página.

 

7. Golpe dos cartões trocados

Neste caso, golpistas que trabalham como vendedores em lojas, postos de combustíveis e outros locais vêem a senha que você digita na maquininha no momento da compra. Por vezes, tentam distrair você fazendo perguntas ou comentários. Qualquer descuido e trocam seu cartãona hora de devolvê-lo. Até que você perceba que está com outro plástico, os criminosos possivelmente já terão feito muitas compras com o seu cartão.  

 Para não cair nessa, esteja sempre atento. Depois de qualquer pagamento, confira sempre se o cartão que você recebeu de volta realmente é o seu. Outra dica: em vez de entregar o cartão ao caixa do estabelecimento, passe-o você mesmo na maquininha ou use a função de aproximação. Assim você evita que pessoas que terão acesso ao número de seu cartão vejam também o código de segurança impresso no verso do mesmo.  

 

8.Golpe do delivery: maquininha quebrada

Funciona assim: no momento da entrega, o golpista fornece uma maquininha com o visor danificado ou a posiciona de maneira que você não consiga  enxergar o valor digitado. Em vez do preço correto pelo produto, o valor que sairá da sua conta, caso você não perceba o truque, será muito maior. 

Por isso, recuse qualquer pagamento em maquininhas danificadas e sempre confira o valor que aparece no visor. Se você já fez o pagamento previamente por meio do aplicativo, não pague ao motoboy em hipótese alguma. Outro jeito de fraudar o consumidor, é convencê-lo de que houve um problema com o pagamento e que é preciso fazê-lo novamente.  

 

9. Fique atento com seus dados no celular!

Ter o celular furtado ou roubado representa muito mais do que o prejuízo de perda do aparelho: os criminosos podem conseguir dados salvos em seu dispositivo, acessar suas redes sociais e aplicativos de banco.  

Para evitar, evite usar o recurso “lembrar/salvar senha” em sites ou aplicativos. Jamais anote dados relevantes ou senhas no bloco de notas de seu dispositivo. Além disso, se disponíveis, utilize os recursos de biometria ou de reconhecimento facial para desbloqueio da tela do seu celular.  

 

10. Cuidado com as senhas!

Para que algum golpista possa ter acesso à sua conta bancária, ele precisa necessariamente de sua senha e dados. E há diversas maneiras pelas quais eles podem conseguir essas informações, como vimos anteriormente. Por isso, sempre guarde as senhas com o máximo de cuidado. Se possível, memorize-as e jamais as escreva em papéis ou no bloco de notas de celulares e computadores. 

 Utilize senhas fortes e diferentes para cada uma de suas contas, lembrando sempre de ativar a “autenticação em duas etapas” nas plataformas de Internet e aplicativos que você usa. Com atenção e informação, você se mantém seguro e não se depara com surpresas desagradáveis na hora de conferir seu saldo bancário! 

 

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